devendra

Eu fico lembrando. E fico esquecendo. Do caos. Do tédio. Da angústia de seguir em frente. Nasce a lua para todos nós, não!? Mas eu fico buscando nuvens em introspecções kamikazes. Eu fico pensando como se eu estivesse na consciência de alguém. Lembro que tenho que respirar. E respiro. E respiro. E espirro você em suas tentativas de fazer a vida dar certo em contradições fatalistas de navalha na carne. A gente corta o bife que nos sacia. E continuaremos gado amanhã.

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