mártir

A keta. A morfina. A psicilocibina. Todas as meninas. Tua voz não alcança mais o tom das notas da vida.

Tudo é vazio e disforme, porém tão verdadeiro quanto quando disseram para haver luz. E a luz foi feita apenas para revelar a escuridão.

O passo de quem nos fez. O passo de quem fizemos. O passado que virá em círculos de solo de guitarra. Nós nos divertimos em nome do Senhor e de sua antítese.

Não use minhas palavras para me machucar. Já foi dolorido excreta-las. Eu ainda nos acho diamantes não lapidados perdidos em colisão com outros diamantes que não se fundem.

Não serei uma lenda. Mas lendo, até acredito nos sonhos do meu leito.

E sei que você brilhará com sua especial beleza melancólica sabor melancia e problemas afetivos. E eu escreverei sobre isso porque é o que me cumpre fazer estando sempre do lado de cá, o lado dos mártires.

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