templo do cão

A alma parece não se adaptar ao corpo físico. Estamos ligados pelo amor ou pelo ódio!? As escalas do meu violão vibram em pentatônicas menores niilistas. E mesmo assim eu quero voar no mundo de Alice no país das Maravilhas. E a cena do tornado se repete. E não encontro ninguém lá. E o tempo passa pelo túnel de vento criado pelas minhas narinas que assistiram inquietas as lágrimas derramadas pelos ecos dos nossos equívocos. E se há tanta vontade de morrer você não pode esconder isso de mim. Não pode esconder que somos os barqueiros da morte no templo do cão de um amor velado à distância.

Fuja das minhas palavras. Eu ainda as escrevo, mas você pode carregar esse espelho quebrado pra longe enquanto eu cometo os mesmos erros de sempre ao latir por atenção só para poder te morder novamente ao menor deslize.

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