opostos guaçuanos

A dona da casa que eu aluguei proíbe animais, mas deixou aqui um quadro colorido de gatos.

Acima, contrasta com um quadro feito em tecido (acho que bordado) retratando um momento em um vilarejo árabe.

Esse paradoxo seria curioso se eu ainda estivesse no uso de substâncias enteógenas. Será que nessas telas há algo que não fica claro à primeira vista? Eu fico tentando captar mensagens subliminares em quadros. Se eu fosse pintor, faria várias.

Os músicos sempre fizeram isso. Stairway to heaven fala de uma mina fazendo um corre atrás de drogas. Engenheiros do hawai pergunta o que você está fazendo aqui com o disco rodado ao contrário. E o pacto com o chifrudo da Xuxa!?

As mensagens subliminares sempre me cativaram. A arte atrás da arte. Não precisa ser nada mágico ou relacionado a drogas. Isso aguça minha necessidade de ir além do que aparenta.

E isso é nos relacionamentos também. Se é pra cavar fundo, eu cavo. Mas o médico receitou algo que me deixa sem muita variação de humor. Até consigo querer conversar algo com alguém. Forço a barra, falo logo de coisas absurdos e o papo acaba ou encontro outro louco, provavelmente medicado ou vivendo nas áreas exclusivas da sociedade.

E você quer ser a elite, ser domesticado com médicos e salários miseráveis ou ser o louco a ficar girando os discos ao contrário ?

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