escriba de emoção

Não duvido dos latidos. Sou pontepretano e entendo as emoções densas da histeria coletiva.

Só queria que não fosse assim. Tão conto. Tão crônica. Tão musicalizado.

Emoção é fisiológica. Eu fico vermelho quando você pinga limão nas feridas do ciúmes. Mas isso foi em outra dimensão.

Hoje vivemos a teoria das supercordas de ignorar a existência alheia.

Eu ainda não sei o que significa o reencontro com o todo. Somos gêneros fatorados para copularmos como coelhos.

Mas eu anulei meu chakra sexual no último ritual de ayahuasca em meu dedo anular.

Eu sei que você está rindo de pena. Pena não poder ter poder para satisfazer sua vontade de poder.

Pode tudo. Até dançar homem com homem. E anjos com demônios.

Tristes sonhos escritos pelos escribas em pinturas rupestres.

Foram os primeiros blogueiros retratando as superfícies e as profundezas de uma história que estamos muito longe de conhecer.

E descrever emoção, pensamento, sentimento e comportamento é o que temos de sacro até hoje.

Ou seja, contemplar mais uma sequência de palavras a incoerência e a insanidade da humanidade.

Que se resume ao meu umbigo. Que se resume a você.

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