sua platônica

Benzodiazepínico apaixonado por lésbicas baianas que atuam roucamente com perfeição lexical.

Não nos comportamos bem e por isso mesmo desconfiamos da humanidade. Desconfiamos da gente!

Os dribles hiperativos de uma lábia ora chula, ora empresarial, faz sobrar emoção para quem simula e dissimula o que é amor e o que é efeito de um alcalóide vendido por um bigodudo que se diz um crente macumbeiro.

Tome cuidado com Tomé.

Só acreditamos sentindo o invisível. E a construção do meu DNA humano ainda está muito mal explicada.

Minha vasectomia realmente resolve as coisas enquanto Deus não se apresenta. Ou o diabo. Ou um iogue vegano injetando cocaína na veia do pé.

Às vezes parece que tenho muito o que contar. Às vezes parece tudo uma grande mentira, sendo apenas a ilusão de nos tornamos deuses.

Um mundo sem gênero. Pura androgenia.

Funcionamos melhor por trás das cortinas da ilusão Maia.

Meu bigode de Hitler no seu bigode de Charles Chaplin.

Diazepam e a graça de achar graça e encantamento em quem sequer gosta da mistura de gêneros.

Platônico. E ao mesmo tempo evidente.

Todos ganhamos experiências para nossas mônadas e eu contemplo mais um processo de um jogo de xadrez no qual sequer organizei as peças.

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