do cárcere

Longe da sociedade. Filhadaputice com os suicidas necessários e apelo às famílias doentes. Meu bebê interno chora. Quer me controlar. Minha angústia intestina cria logos inexistentes adubados com antipsicóticos paradoxais. Sou perigo para mim. Sou vigiado. Ao mesmo tempo vou descobrindo que nada sou, nada tenho e tudo pode ser retirado a qualquer momento. A liberdade do cárcere é ter que sair de mim. Pois eu já saí de você.

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