ajna

20180813_221356_hdr7356534414682512797.jpgSe esforçar para ver cometerá o mesmo equívoco de sempre: tentar enxergar com os olhos burocráticos de sempre.

Não se deve esforçar para ver. Deve apenas esvaziar.

O nada direcionado às estrelas. A comunhão do caos com a ordem. O fim do precipício.

O medo e ânsia são agulhas negras na iluminação. Sidarta não meditaria com fones de ouvido e a televisão ligada. Faço o que posso agora. Estou suspenso no sétimo andar de um prédio e melhorando a cada dia.

O fim da ignorância é o começo do desapego. O começo da libertação é a ciência da minha ignorância. Minha ignorância é acreditar no meu ego.

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